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Benefícios do Plano de Saúde para os Funcionários

Benefícios do Plano de Saúde para os Funcionários

Atualmente as empresas têm encontrado dificuldade em contratar e reter bons funcionários, portanto, é necessário desenvolver ferramentas para gerar bem-estar e tranquilidade dentro e fora do ambiente empresarial.

Além de um salário adequado as expectativas do funcionário, os benefícios oferecidos pela empresas são altamente visamos no mercado de trabalho. O plano de saúde empresarial oferecido pela empresa é um dos benefícios mais valorizados pelos funcionários, pois garante segurança para o próprio funcionário e para seus dependentes.

Os benefícios oferecidos aos funcionários também são benefícios para os empresários, pois aumentam a produtividade e diminui as ausências do funcionário na empresa.

Benefícios do Plano de Saúde para os Funcionários

  1. Atendimento Médico Facilitado: Não é novidade que o atendimento através do SUS é demorado e pouco eficaz, quando finalmente o funcionário consegue o agendamento de uma consulta ou precisa de atendimento emergencial perderá o dia inteiro e muitas vezes será necessário retornar ao serviço de saúde, pois não conseguiu atendimento ou para fazer exames complementares.
  2. Através do plano de saúde empresarial é possível agendar consultas em horários alternativos e com hora marcada, assim o funcionário sai rapidamente do serviço de saúde retornando ao seu posto de trabalho.
  3. Melhor custo-benefício para o funcionário: Caso o funcionário procure um plano de saúde individual encontrará dificuldade de ter acesso, pois as operadoras estão deixando de oferecer planos de saúde individuais. Os poucos planos de saúde individuais são de alto custo e alguns não oferecem todas as especializados necessárias.
  4. Acesso a Saúde Ocupacional: Atualmente os planos de saúde empresariais oferecem acesso a especialidades como psicologia, fisioterapia, acupuntura, entre outras. Promovem ações de prevenção, evitando que seus funcionários desenvolver problemas de saúde mais sérios.
  5. Atendimento de Qualidade para toda família: A maioria das empresas estende o benefício do plano de saúde empresarial para os dependentes do funcionário. O funcionário só precisa pagar pequenos valores de coparticipação ou pagar uma mensalidade por dependente que é menor do que ele pagaria em um plano de saúde empresarial. Em algumas empresas nem é preciso pagar valor adicional, pois está incluído na política da empresa oferecer assistência para os familiares de seus funcionários.

Plano de Saúde só com um corretor 

É muito importante que você procure um corretor ou uma corretora de planos de saúde. Isso porque um profissional treinado poderá lhe oferecer a melhor opção dentro das suas necessidades. 

Um corretor tem conhecimento geral de leis, regras, redes credenciadas e das operadoras. No final de uma cotação esse conhecimento permite ao corretor oferecer um plano de saúde com melhor custo x benefícios. 

Plano de Saúde para Dentista da MAPFRE pela APCD

Plano de Saúde para Dentista da MAPFRE pela APCD

O Plano de Saúde para Dentista da MAPFRE pela APCD é uma parceria entre a APCD e a Mapfre para disponibilizar um Plano de Saúde para Dentistas. É um plano com qualidade empresarial e com valores até 40% mais em conta que um plano de saúde individual ou familiar.

O Plano de Saúde para Dentista da MAPFRE pela APCD é um plano de saúde coletivo por adesão que só é negociado para entidade de classe como a APCD. Contratar um plano de saúde através de uma entidade de classe é em média até 40% mais barato. Isso por que entidade de classe, devido o grande número de associados, consegue negociar com as operadoras valores, taxas e reajustes que favoreçam a classe que a mesma representa.

Quem pode Aderir?

Para usufruir do desconto na contratação do Plano de Saúde Mapfre APCD, é necessário que o Cirurgão-Dentista esteja em dia com a tesouraria da APCD. O Dentista será o titular do convênio médico e poderá adicionar dependentes para usufruir do benefício também, desde que sejam:

  • Cônjuges;
  • Companheiro(a);
  • Filhos(as), adotivos ou não e enteados;
  • O menor que, por determinação judicial se encontre sob a guarda e responsabilidade do beneficiário titular ou sob sua tutela;
  • Filhos de qualquer idade comprovadamente incapazes.

Conheça a Mapfre

Para a Mapfre, a sua saúde e a dos colaboradores da sua empresa é um bem precioso demais – e que deve estar sempre em primeiro lugar. Nossa filosofia principal sempre foi esta: cuidar de pessoas.

A Mapfre enxerga em cada momento uma oportunidade de motivá-lo a ter mais atenção com a própria saúde, algo que vai desde a prevenção de doenças e adoção de hábitos saudáveis até o cuidado com a sua saúde bucal – afinal, dentes e gengivas saudáveis são importantes não apenas para a boca, mas para o bom funcionamento de todo o organismo.

Só uma empresa como a MAPFRE Saúde poderia desenvolver um programa personalizado com atividades e dicas que acompanham cada estilo de vida e promovem soluções que melhoram, além da sua saúde, a satisfação e o ambiente da sua empresa. Tudo de forma integrada e inovadora.

Então você sabe: com a MAPFRE Saúde, você pode contar com uma completa rede de médicos, dentistas, consultórios, laboratórios e hospitais de alta qualidade.

Os melhores serviços de saúde – para quem sempre merece o melhor: você.

Plano de Saúde para Dentista da MAPFRE pela APCD: Área de Comercialização

Os planos mencionados neste material podem ser comercializados nos municípios de Arujá, Barueri, Biritiba-Mirim, Caieiras, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Diadema, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Ferraz de Vasconcelos, Francisco Morato, Franco da Rocha, Guararema, Guarulhos, Itapecerica da Serra, Itapevi, Itaquaquecetuba, Jandira, Juquitiba, Mairiporã, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Poá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santa Isabel, Santana de Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Lourenço da Serra, São Paulo, Suzano, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.

Plano de Saúde para Dentista da MAPFRE pela APCD: Planos Dispóníveis

Características Personal Pleno Exclusivo
Extensa Rede Credenciada, Incluindo hospitais, médicos, clínicas e laboratórios.
Central de Atendimento 24 Horas
Portal e aplicativo com informações gerais do produto, dados cadastrais, rede credenciada, extrato de utilização e coparticipação.
Desconto Farmácia
Programas de Saúde
Coberturas pelo rol da ANS
Abrangência nacional
Acomodação enfermaria
Acomodação apartamento
Assistências Auto + Casa
Assistência Concierge
Assistência Viagem

PERSONAL

Plano Coletivo Empresarial, registro ANS n° 472338144

Acomodação: Enfermaria

PLENO

Plano Coletivo Empresarial, registro ANS n° 472337146

Acomodação: Apartamento

EXCLUSIVO

Plano Coletivo Empresarial, registro ANS n°472336148

Acomodação: Apartamento


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Operadoras de planos de saúde estudam novos modelos de remuneração

Operadoras de planos de saúde estudam novos modelos de remuneração

As operadoras de plano de saúde assistiram a elevação dos custos do sistema ano após ano: as despesas assistenciais cresceram 41,4% no período e quase empataram com as receitas de contraprestações (pagamento pelo contratante do plano de saúde à operadora para garantir a prestação do serviço), que aumentaram 41,7%.

Já a inflação médica, tradicionalmente 3,4 vezes maior do que a inflação da economia, alcançou o patamar de 20,4% em 2017, de acordo o IESS (Instituto de Estudos da Saúde Suplementar) —bem acima da inflação oficial medida pelo IPCA, que ficou em 2,95%.

A inflação dos serviços de saúde pode ser explicada por um conjunto de fatores. Entre eles, o IESS aponta o modelo de remuneração, a ausência de transparência dos prestadores de serviço, a incorporação de novas tecnologias, o envelhecimento da população e o aumento das doenças crônicas, fraudes e desperdícios, a judicialização da saúde e a própria regulação do setor, que limita os reajustes das mensalidades.

Operadoras e prestadores de serviços querem barrar a escalada dos gastos. Uma das estratégias é rediscutir o modelo de remuneração.

O modelo fee-for-service (também chamado de conta aberta) é padrão no Brasil. Nele, os reembolsos dos hospitais aumentam conforme a quantidade de procedimentos realizados –entram na conta exames, internações, cirurgias e materiais médicos.

O modelo é alvo de críticas por induzir ao desperdício de materiais ou a procedimentos sem necessidade efetiva.

Outro formato que começa a ser discutido é o DRG (grupo de diagnósticos relacionados, na sigla em inglês), comum na Alemanha e nos EUA. Nele, os pacientes hospitalares são classificados conforme tipos de diagnóstico e consumo de insumos médicos.

A partir dessa rotulagem, o pagamento dos serviços é definido conforme o perfil clínico do paciente e leva em consideração a média de custos dos grupos de pacientes, e não casos isolados.

No Brasil, hospitais e planos de saúde começam a adotar remuneração fixa em alguns procedimentos, mas a prática ainda não é disseminada.

“Esse debate está décadas atrasado no Brasil. Há modelos incipientes de alguns hospitais, mas poucos envolvem o DRG”, afirma Alexandre Ruschi, presidente da Central Nacional Unimed, que reúne 360 cooperativas médicas.

A Unimed Uberlândia (MG) já realiza experiências com o DRG. Segundo Ruschi, a operadora vem discutindo com prestadores de serviços novas formas de remuneração, mas sem proposta única.

Em São Paulo, instituições privadas como o Hospital Santa Paula, na zona sul, se abrem para mudanças. Com a operadora Amil, o hospital aderiu ao sistema ABP (pagamento por orçamento ajustável, na sigla em inglês), em 2017. O modelo analisa o histórico de custos do hospital e, com base na média anual, oferece uma remuneração fixa mensal.

“Foi a alternativa que vimos no mercado que faz frente ao fee-for-service, e tem trazido benefícios”, diz George Schahin, diretor presidente do Hospital Santa Paula. Segundo ele, a economia financeira ainda é pequena, mas o sistema tornou mais ágeis as autorizações para internação. Também reduziu o tempo médio de permanência no hospital, de 4,2 dias para 3,7 dias.

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz instaurou um novo modelo de remuneração com previsibilidade de preços na unidade Vergueiro, com 232 leitos. Nele, o corpo clínico segue protocolos médicos definidos, já pactuados com as operadoras de saúde.

São pacotes fechados que cobrem mais de 80 procedimentos em 20 especialidades, entre elas cardiologia, ginecologia e pneumologia.

No modelo, o hospital, os planos e os fornecedores compartilham os riscos. Se os custos de uma cirurgia ultrapassarem o previsto, o adicional é pago pelo hospital. Se o valor for inferior, a unidade absorve o ganho.

Essas experiências ainda  em testes devem nortear um novo padrão de remuneração, avalia Martha Oliveira, diretora da Anahp, associação que reúne hospitais privados no país. “O modelo atual vai mudar, isso não tem volta”, diz.

Segundo estudo encomendado pela Anahp, o sistema de saúde suplementar no Brasil registrou um aumento nos gastos de R$ 49 bilhões entre 2012 e 2017. A frequência de uso dos serviços médicos teve peso de 70% nesse valor.

No período, o número de usuários de planos de saúde cresceu 0,7%, mas o número de eventos por beneficiário passou de 21 para 28 por ano. Os exames estão entre os serviços mais utilizados: passaram de 12,4 utilizações/ano por paciente para 17,3.

Para Reinaldo Scheibe, presidente da Abramge, o aumento na frequência de uso dos serviços onera tanto a saúde suplementar quanto o SUS.

A entidade defende maior colaboração entre os dois segmentos, como a criação de prontuários únicos para cada paciente. “Falta entrosamento entre a saúde pública e a privada”, diz Scheibe.


R$ 49 bi
foi o aumento nos gastos da saúde suplementar no Brasil entre 2012 e 2017

162
exames de ressonância magnética para cada 1.000 habitantes foram feitos via saúde suplementar no Brasil em 2017, sendo que a média em países da OCDE é de 52 desses exames para cada 1.000 habitantes

20,4%
foi o patamar alcançado pela inflação médica em 2017, muito acima acima da inflação medida pelo IPCA, que ficou em 2,95% no período, mostram dados do IESS (Instituto de Estudos da Saúde Suplementar)

3 milhões
de usuários saíram dos planos de saúde no Brasil no período entre 2014 e 2017

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/seminariosfolha/2018/12/operadoras-de-planos-de-saude-estudam-novos-modelos-de-remuneracao.shtml

Planos de Saúde para Empresas sofrerá mudanças a partir de 2019

Planos de Saúde para Empresas sofrerá mudanças a partir de 2019

O Procon Goiás divulgou que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), fará mudanças para as regras de portabilidade de carências. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União no último dia 5 de dezembro. A norma terá prazo de 180 dias para ser implementada e as mudanças passam a valer a partir de junho de 2019.

A novidade da resolução prevê a ampliação dos benefícios da norma de portabilidade também para os clientes de planos de saúde coletivos empresariais. A partir de junho, os beneficiários vão poder utilizar a portabilidade de carência caso desejarem mudar de plano ou de operadora.

Dentre as alterações, a normativa retira a exigência da “janela” (prazo para exercer a troca) e o consumidor apenas deve cumprir a carência nos casos em que as coberturas não façam parte do plano original.

Benefícios

Conforme a ANS, a resolução beneficiará muitos consumidores em situação de demissão ou recém-contratados. Atualmente, quando um consumidor troca de emprego ou se aposenta, sua permanência no plano só é possível mediante a contribuição. A portabilidade vai ampliar o direito do trabalhador dando respaldo em relação à cobertura do plano de saúde sem a necessidade de prazos extras de carência.

Para consultar a resolução na íntegra, clique aqui